
O Supremo Tribunal Federal (STF) amanheceu nesta segunda-feira (1º) sob reforço de segurança, véspera do julgamento que envolve o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus, acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de participação em uma suposta trama para manter o ex-presidente no poder.
De acordo com o cronograma do Supremo, a segurança extra deve permanecer até pelo menos 12 de setembro. O esquema envolve a Polícia Militar do Distrito Federal, a Polícia Judicial Federal e a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), com uso de drones, revistas e monitoramento na Praça dos Três Poderes. Aglomerações, acampamentos e manifestações nas imediações do tribunal estão proibidos.
Mais de 3 mil pessoas se inscreveram para acompanhar o julgamento presencialmente, e 501 jornalistas nacionais e estrangeiros foram credenciados. Bolsonaro não é obrigado a comparecer, mas pode solicitar autorização ao ministro Alexandre de Moraes, já que está em prisão domiciliar.
Os réus, entre militares e civis, respondem por crimes como organização criminosa armada, tentativa de golpe de Estado e deterioração de patrimônio público, com penas que podem ultrapassar 40 anos de prisão.
Por Luiz Fernando com informações de Agência Brasil | Imagens Reprodução Internet












